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Terremoto no Japão - Notícias

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Terremoto no Japão - Notícias

Mensagem por Paulo em Sex 11 Mar 2011 - 19:44

Japão já fala em mais de mil mortos e desaparecidos após tremor
Em Fukushima, 1.800 casas foram engolidas pelo tsunami causado pelo terremoto

As autoridades do Japão já dão indicações de que o número de mortos no terremoto de 8,9 graus que atingiu o país nesta sexta-feira (11) pode passar de mil. A polícia japonesa fala em mais de mil mortos e desaparecidos. Já o Ministério da Defesa disse que 1.800 casas foram atingidas apenas em Fukushima.

egundo a agência Kyodo News, 1.800 casas foram engolidas pelo tsunami que atingiu a costa japonesa logo após o tremor. A informação é do Ministério da Defesa. A estimativa é que o número de vítimas ultrapasse mil.

Além dos danos trazidos pelo terremoto e pelas réplicas do tremor, além do tsunami, os japoneses temem ainda um acidente nuclear na usina atômica de Fukushima. Nesta sexta-feira, o ministro do Comércio japonês admitiu a possibilidade de vazamento radioativo na área.

Ao menos 11 centrais nucleares foram esvaziadas e cerca de 7.000 pessoas tiveram de ser retiradas dos arredores das instalações.

Ondas gigantes mataram centenas

A polícia japonesa disse ter encontrado entre 200 e 300 corpos boiando na cidade de Sendai. Autoridades afirmam que todos os 1.200 moradores da região de Wakabayashi, em Sendai, foram atingidos pelas ondas gigantes, segundo o site do jornal Japan Times.

O jornal e agências de notícias também informam que as autoridades deram por desaparecido um trem de passageiros no nordeste do país. Uma embarcação com cerca de cem pessoas a bordo foi arrastada pelas ondas gigantes de um tsunami na região da cidade de Miyagi, nordeste do Japão, indicaram os meios de comunicação.

Há relatos de incêndios em Kesennuma, na região de Miyagi. Houve mortes registradas em Iwate, Fukushima, Miyagi, Tokyo, Ibaraki, Chiba, Kanagawa e Tochigi.









Fonte: R7
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Risco sanitário de acidente nuclear no Japão é baixo, diz OMS

Mensagem por Lili em Sab 12 Mar 2011 - 18:38

Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 12/3/2011
15:37



GENEBRA (Reuters) - A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou neste sábado que o risco para a saúde pública do vazamento de radiação no Japão parece ser 'muito baixo', mas a rede da OMS de peritos médicos estava pronta para ajudar se for solicitado.

'Neste momento parece ser o caso que o risco para a saúde pública é provavelmente muito baixo. Entendemos que a radiação que escapou da planta é muito pequena em quantidade,' porta-voz da Organização Mundial da Saúde, Gregory Hartl, disse à Reuters.

A radiação vazou de uma usina danificada após um terremoto nuclear no Japão, após uma explosão que explodiu o telhado. As autoridades estavam se preparando para distribuir o iodo para a população local para protegê-los da exposição.

(Reportagem de Stephanie Nebehay em Genebra)



Fonte: MSN Notícias
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Japão vive pior crise desde a 2ª Guerra, diz primeiro-ministro

Mensagem por Paulo em Dom 13 Mar 2011 - 10:36

O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou neste domingo que o país vive sua pior crise desde o final da Segunda Guerra Mundial, após o forte terremoto e o consequente tsunami que atingiram a nação na última sexta-feira.

Diante do quadro, Kan pediu união aos cidadãos. O primeiro-ministro afirmou que a situação é "preocupante", ao mesmo tempo em que mostrou sua gratidão e "respeito" pela calma com que a população japonesa enfrentou o terremoto --que atingiu 9 graus de magnitude, o pior de que se tem registro no país.
"Não será fácil, mas superaremos esta crise, como fizemos no passado", assegurou.

Kan afirmou ainda que a situação na usina nuclear de Fukushima, a 250 quilômetros de Tóquio, ainda é muito grave. Ontem, a instalação que abrigava um dos reatores da usina explodiu após uma falha no sistema de resfriamento. Agora, outro reator corre o mesmo risco.

As autoridades japonesas lutam contra a crescente crise nuclear a a ameaça de múltiplos derretimentos de reatores, enquanto 170 mil pessoas foram retiradas das áreas de risco.

O derretimento parcial de um dos reatores da usina de Fukushima já estava, inclusive, em provável andamento, segundo uma das autoridades, e os operadores da instalação trabalham freneticamente para tentar manter a temperatura de outros reatores sob controle e prevenir um desastre maior.

O chefe do Gabinete de Segurança do país, Yukio Edano, afirmou neste domingo que uma explosão de hidrogênio poderia ocorrer no reator 3 de Fukushima --o mesmo tipo de explosão registrado no sábado no reator 1.

"Sob o risco de aumentar a preocupação pública, nós não podemos descartar o risco de uma explosão", disse Edano. "Se houver uma, contanto, não haverá impacto significativo para a saúde da população."

Mais de 170 mil pessoas foram retiradas da área como precaução, embora Edano afirme que a radiação liberada no ambiente até agora foi tão pequena que não colocou a saúde delas em risco.

O derretimento completo --o colapso dos sistemas de uma usina e sua habilidade de conter as temperaturas dos reatores sob controle-- poderia liberar urânio na atmosfera, contaminando de forma perigosa o ambiente e gerando sérios riscos para a saúde da população.

Cerca de 160 pessoas podem ter sido expostas à radiação até agora, afirmou Ryo Miyake, porta-voz da agência nuclear japonesa. A gravidade dessas exposições ainda não foi determinada. Elas foram levadas a hospitais.
ESCALA

O acidente em uma central nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, após o forte terremoto que atingiu o país na sexta-feira, foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, que vai de 0 a 7. A classificação é a terceira mais alta já concedida, ficando atrás apenas do acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 (nível 5) e de Tchernobil, em 1986 (grau 7).

A classificação 4 qualifica acidentes 'com consequências de alcance local', segundo documentos da AIEA (Agência internacional de Energia Atômica). Em 1999, o Japão havia registrado um acidente com a mesma classificação.

O termo anomalia é utilizado para o nível 1 e, incidente, para os níveis 2 e 3. O nível 4 é o pior até o momento no Japão, de acordo com a Agência japonesa de Segurança Nuclear e Industrial.

O reator Daiichi 1, ao norte da capital Tóquio, começou a vazar radiação depois que o terremoto de magnitude 8,9 causou um tsunami, prontamente levantando temores de um derretimento nuclear. O sistema de resfriamento do reator nuclear falhou após os tremores, causando uma explosão que rompeu o telhado da usina.

As autoridades afirmam que os níveis de radiação em Fukushima estavam elevados antes da explosão. Em determinado momento, a usina estava liberando a cada hora a quantidade de radiação uma pessoa normalmente absorve do ambiente em um ano.
MORTOS

De acordo com dados oficiais, o número de mortos chega a 1.217, enquanto os desaparecidos chegam a 1.086. Espera-se que o número de vítimas continue aumentando, pois só na província de Miyagi a Polícia acredita que haverá, pelo menos, 10 mil mortes, a maioria em Minamisanriku, uma localidade litorânea totalmente arrasada pelo tsunami que seguiu o terremoto.

Também há outras 1.167 pessoas desaparecidas na província de Fukushima, segundo a apuração das autoridades locais.

Por outro lado, os especialistas alertaram que o nordeste do país sofrerá réplicas durante uma semana e que há 70% de possibilidades de que alguma delas supere, antes de quarta-feira, os 7 graus de magnitude na escala Richter.

O diretor da Agência Meteorológica do Japão, Takashi Yokota, indicou à TV "NHK" que, dentro de três dias, esse risco se reduzirá em 50% em uma área de 500 quilômetros de comprimento e 200 de largura no litoral das províncias de Ibaraki e Miyagi.

Mais de 100 mil militares foram convocados para socorrer as vítimas, ajudados por resgatistas e pessoal especializado de quase 70 países, além do porta-aviões americano Ronald Reagan.

Fonte: Folha
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Cerca de 500 mil japoneses foram obrigados a sair de casa, informa OMS

Mensagem por Paulo em Qua 16 Mar 2011 - 18:33

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou hoje (16) que cerca de 500 mil pessoas foram retiradas dos locais onde vivem, no Japão, em decorrência do terremoto, do tsunami e dos acidentes nucleares que afligem o país desde a semana passada. A retirada das pessoas foi determinada pelas autoridades japonesascomo precaução e por medida de segurança. Pelos dados oficiais, até o momento foram contados 3.570 mortos e 7,6 mil desaparecidos.

A agência advertiu que faltam energia e medicamentos nos hospitais japoneses e que mais de 20 mil pessoas buscam refúgio. A situação se agrava ainda mais com as baixas temperaturas do inverno no Hemisfério Norte. Estimativas não oficiais indicam que o número de vítimas no país tende a aumentar.

Na sexta-feira passada, um terremoto de 9 graus de magnitude na escala Richter atingiu o Nordeste do Japão, seguido por um tsunami e explosões em uma central de geração de energia nuclear no Norte do país, que provocaram vazamento de material radioativo. A situação piorou em decorrência das dificuldades de acesso a alguns locais e da falta de alimentos, água, energia e combustíveis.

A comunidade brasileira no japão reúne aproximadamente 254 mil pessoas que moram, na maioria, no Centro e no Sul do arquipélago. Nas regiões de Miyagi, Fukushima, Iwate e Aomori, as mais afetadas pela tragédia, vivem apenas 777 brasileiros, segundo dados do Itamaraty. Um grupo de 25 brasileiros foi retirado ontem (15) de Miyagi e Fukushima e uma nova operação de resgate está sendo preparada para sexta-feira (18).


Fonte: UOL
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