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Laudo sobre o que matou Mércia deve sair esta semana, diz polícia

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Laudo sobre o que matou Mércia deve sair esta semana, diz polícia

Mensagem por Lili em Seg 28 Jun 2010 - 13:29

Peritos do IML pretendem divulgar exame até quinta-feira (1º) em SP. Advogada foi achada morta em 11 de junho; ex-namorado é suspeito.


Kleber Tomaz
Do G1 SP




Advogada Mércia Nakashima (Foto: Reprodução/TV Globo)
Como Mércia Nakashima morreu? Essa pergunta deverá ser respondida até o final desta semana, segundo informou nesta segunda-feira (28) fontes das polícias Civil e Técnico Científica de São Paulo. Policiais e peritos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigam o caso, aguardam a divulgação oficial do laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a causa da morte da advogada de 28 anos para esta quinta-feira (1º de julho).

Para a investigação, a mulher foi assassinada e o principal suspeito pelo crime é o ex-namorado dela, o advogado e policial militar aposentado Mizael Bispo de Souza, de 40 anos. Além dele, mais duas pessoas são apontadas como suspeitas de envolvimento no homicídio. Uma delas é o vigilante Evandro Bezerra Silva, de 38 anos, que teve a prisão temporária decretada e está foragido. O outro seria um parente de Souza.

O corpo de Mércia foi encontrado numa represa em Nazaré Paulista, no interior do estado, em 11 de junho. A vítima havia desaparecido no dia 23 de maio, após deixar a casa dos avós em Guarulhos, na Grande SP. Um dia antes, seu carro foi localizado submerso no mesmo local após a denúncia feita por um pescador.

Morte indeterminada

A família da advogada enterrou Mércia em 12 de junho sem saber o que a matou. No atestado de óbito dela a causa da morte é “indeterminada”.

Afogamento? Mércia não sabia nadar, segundo seus familiares. Asfixia por esganadura? Nenhuma destas hipóteses foi totalmente descartada.

Análises preliminares feitas por médicos legistas do instituto detectaram uma fratura no maxilar de Mércia. A mandíbula foi quebrada do lado direito, o que sugere que a vítima deve ter sido golpeada por alguém ou por algum objeto para sofrer a lesão. Um soco ou mesmo uma barra de ferro poderiam ter causado isso.

Na necropsia feita no corpo de Mércia, foram retirados alguns órgãos da advogada para análises que possam comprovar o que realmente a matou.

Já os exames feitos no Honda Fit prata da vítima, que foi retirado da represa, ainda não são conclusivos. Devem ficar prontos até o dia 10 de julho. Isso porque dependem do resultado dos testes comparativos da terra encontrada nos sapatos do ex-namorado com a lama do fundo da represa. O objetivo dos peritos é saber se o suspeito esteve no local onde o corpo da ex foi achado.

Também são analisadas uma folha achada no aspirador de pó do advogado e uma camisa dele rasgada nas costas. O IC vai confrontar esses objetos com outros elementos. A folha será comparada com folhas da represa e a camisa com fios de arame farpado retirados da cena do crime.

A principal testemunha do caso, o pescador que afirmou à polícia ter visto um carro afundar no dia em que Mércia sumiu, também contou ter visto um homem deixar o veículo e ter escutado gritos de mulher.

Os peritos aguardam os laudos técnicos do IML e IC para fazer a reconstituição do crime baseada no depoimento do pescador. Isso deve ocorrer até o fim de julho.



Fonte: G1
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Bala que atingiu Mércia não partiu de armas de Mizael, informa advogado

Mensagem por Lili em Qui 1 Jul 2010 - 14:36

Samir Haddad Jr, que defende ex da vítima, obteve informações da perícia. Seu cliente é suspeito de matar advogada; laudo balístico não está pronto.


Kleber Tomaz
Do G1 SP



Análises preliminares da perícia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de São Paulo, mostram que a bala calibre 38 que atingiu de raspão o queixo de Mércia Nakashima não partiu de nenhuma das duas armas do ex-namorado dela, Mizael Bispo de Souza, um revólver 38 e uma pistola 380, que foram apreendidas para exames. O advogado e policial militar aposentado é apontado pela Polícia Civil como o principal suspeito pelo assassinato da advogada. Ele nega o crime.

A informação acima de o exame inicial ter dado negativo para o confronto balístico foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pelo advogado de Souza, Samir Haddad Júnior, e confirmada ao G1 por policiais que participam da investigação e peritos que trabalham no caso. Apesar disso, novos testes comparativos serão feitos. Vale destacar que o laudo oficial de balística feito pelo Instituto de Criminalística (IC) ainda não ficou pronto.

“Informações preliminares da perícia mostram que a bala que atingiu o maxilar de Mércia não partiu das armas de Mizael. Se tivessem partido de alguma arma dele, a polícia já divulgado porque seria uma prova muito forte contra meu cliente”, disse Haddad Júnior.

O advogado de defesa ressaltou, no entanto, que ainda é preciso aguardar a divulgação oficial do laudo do IC. “Tendo a confirmação de que a bala que feriu Mércia não partiu de armas do Mizael, isso afasta possibilidade, descarta que ele utilizou suas armas pessoais para efetuar disparos contra a ex-namorada”, afirmou Haddad Júnior.

Baleada no carro

De acordo com o que informou na quarta-feira (30) o perito Renato Pattoli, do DHPP, o tiro que atingiu o lado direito do rosto de Mércia não a matou. Para o especialista, que irá redigir a dinâmica do homicídio, o mais provável é que a vítima tenha desmaiado ao ser baleada e morrido por afogamento.

“O que me leva a acreditar que Mércia foi baleada dentro do carro é o fato de terem sido encontrados um projétil dentro do veículo dela [um Honda Fit prata] e resquícios de metal no ferimento da vítima. Também foram achados fragmentos de osso humano no veículo. O tiro foi dado de cima para baixo. Ninguém atira de raspão em ninguém no rosto. Foi para matar. A vítima estaria tentando se defender e levou um disparo de raspão”, disse Pattoli.

O corpo da advogada foi encontrado numa represa em Nazaré Paulista, interior do estado, em 11 de junho. Seu veículo foi achado submerso no mesmo local um dia antes. Ela estava desaparecida desde 23 de maio, quando deixou a casa dos avós em Guarulhos, na Grande SP.
A causa da morte de Mércia ainda não foi divulgada oficialmente pelo Instituto Médico Legal (IML).


Mizael Bispo de Souza (Letícia Macedo/G1)
O laudo que apontará isso deve ficar pronto até este fim de semana. Na quarta, peritos do IC e IML se reuniram na sede da Polícia Técnico-Científica, na capital, para debater os resultados preliminares dos exames necroscópico no corpo da vítima e técnicos feitos no carro dela.

Para o DHPP, porém, mesmo em caso de o laudo do IC vir a constatar que não há relação entre o tiro em Mércia e as armas de Mizael, o ex-namorado continua sendo o suspeito número “1” do crime. Dados do rastreador do carro do advogado indicam que no dia 23 ele esteve perto do lugar onde a advogada foi vista pela última vez e dias antes passou pela represa onde o corpo dela foi achado.

Além do principal suspeito, mais duas pessoas são investigadas por suposto envolvimento no homicídio: um dos irmãos de Mizael e o vigilante Evandro Bezerra Silva, que teve a prisão decretada pela Justiça por faltar a um depoimento. Este último continua foragido.

“A polícia está muito no samba de numa nota só. Ficam só com suspeitas em cima de Mizael. Outras pessoas poderiam ser investigadas também”, criticou o advogado Haddad Júnior.

Testemunha

Um pescador, que é considerado a principal testemunha do crime, afirmou à polícia ter visto um carro entrar na represa de Nazaré Paulista em 23 de maio, um domingo, mesmo dia em que Mércia deixou a casa da avó na Grande SP. Ele contou ainda ter visto um homem alto sair do lado do motorista e disse que escutou gritos de mulher. Em seguida, relatou que viu o carro afundar com as lanternas acesas. O veículo foi localizado em 10 de junho e o corpo de Mércia retirado no dia seguinte.

Em seu depoimento, o pescador não contou ter escutado disparo de arma. Indagado sobre isso, o perito Pattoli respondeu que todas essas dúvidas serão respondidas com a reconstituição que será feita no local do crime, em julho. De acordo com o perito Pattoli, existe a possibilidade de usar silenciador em armas de calibre 38. Em outras situações, é possível abafar o som de um tiro dentro de um carro se o veículo estiver com os vidros fechados ou se o atirador usar uma almofada, por exemplo.

A reconstituição do caso, baseada na versão do pescador, deverá ocorrer ainda em julho.



Fonte: G1
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