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Triste realidade - crianças soldados

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Triste realidade - crianças soldados

Mensagem por Paulo em Sab 20 Mar 2010 - 10:09

Veja e entenda esta difícil realidade: crianças que já estão com armas na mão, em guerras e preparadas para lutar. Até onde a violência conseguiu chegar? Tudo isso em um artigo bem especial e bem cruel.

A SITUAÇÃO
por falta de infraestrutura das famílias, mas principalmente da sociedade que não se organiza ou que não possui recursos para controlar esta situação (na maioria dos países), o número de crianças envolvidas em conflitos armados, de forma direta, ou seja, participando de guerras e disputas, atualmente, ultrapassa de 300 mil crianças, relata a UNICEF(Fundo das Nações Unidas para a Infância).Lá em Burundi, país mais pobre da África, os direitos das crianças é algo que não existe, porque a participação de crianças em guerras é obrigada.

COMO ACONTECE
as crianças são, na maioria das vezes, raptadas ou ainda forçadas a participarem dos "exércitos", porque a falta de estrutura nestes lugares é algo evidente e assustador. Não
há preparo algum, muito menos seleção, tanto que crianças de 7 anos já são usadas para atos violentos, como também para serem carregadores (ou transportadores de pessoas feridas ou mortas), informantes, “esposas” e como combatentes. Muitas destas crianças ficaram traumatizadas, humilhadas, sofreram maus tratos e foram brutalmente castigadas, bem
como expostas, devido à inexperiência e ao treino insuficiente, a riscos inúteis.

“Me deram um uniforme e me disseram que já formava parte do exército. Até me deram um nome: “Pisco”. Disseram que voltariam e matariam meus pais se eu não fizesse o que eles me diziam”(Notas de uma entrevista com um menino
soldado de 17 anos em 2006.)

Além disso, as crianças soldados vivem em condições extremamente difíceis, com uma alimentação escassa e praticamente nenhum acesso aos serviços de saúde ou a remédios e, desde muito cedo, são privadas de valores humanos elementares e à educação. As meninas soldados, em especial, além de participarem em combates e realizarem outras tarefas, correm o risco de serem violadas ou sofrerem agressões ou abusos sexuais.

A LEI
Segundo consta no artigo terceiro do Protocolo Facultativo da Convenção sobre os Direitos da Criança (relativo à participação de crianças em conflitos armados), os Estados que permitirem o recrutamento voluntário em suas forças armadas nacionais de menores de 18 anos, deverão estabelecer medidas de salvaguarda que garantam, no mínimo, que: esse recrutamento seja autenticamente voluntário e que ele se realize com o consentimento informado dos pais
ou das pessoas que tenham sua custódia legal; além disso, esses menores devem estar plenamente informados dos deveres que presumem esse serviço militar e devem apresentar provas seguras de sua idade antes de ingressarem no serviço militar nacional.
Membros de organizações mundiais, direitos das crianças e todos as pessoas com cargos parecidos não vão até o local e decretam ordem, dever, por motivos claros, um porque eles não querem morrer: chegue lá e diga que tudo aquilo está errado, que é maltrato, que não deveria ser
daquele jeito que você verá como você sairá de lá, de duas uma, OU cheio de furos direto para o hospital ou não sairá, estará morto. Um outro grande motivo é que estes lugares onde as crianças são exploradas, são países remotos, sem participações financeiras com destaque, então mais um motivo para as medidas serem leves.
Há muitos fatores que explicam as motivações para um recrutamento voluntário, mas talvez o mais significativo deles seja a consciência que estes adolescentes têm de que provavelmente a única maneira de sobreviverem à guerra seja,
justamente, alistarem-se. Eles também se unem aos combatentes com desejo de vingarem-se, depois de verem com seus próprios olhos, suas famílias sendo torturadas e assassinadas por grupos armados ou forças do governo. Outros se alistam, simplesmente, pela falta de oportunidades para trabalharem ou estudarem. Junto a tudo isso, há também o desejo de adquirir reconhecimento social ou cederem a pressão de familiares ou amigos para alistarem-se por razões ideológicas e políticas, de forma a honrarem a tradição familiar.

ISSO TUDO É REAL?
Sim, olha:






















Fonte: Quase 1 Nerd

Aterrador...
É uma pena ver crianças destilarem ódio pelo olhar, outras sendo obrigadas a se alistarem temendo integridade aos familiares ou sofrendo pressão das mesmas para honrar a estúpida tradição familiar..
Mesmo com treinamento militar, criança continua sendo criança, sendo um alvo fácil de abater, e ao mesmo tempo é um perigo porque dispara sobre tudo o que mexe à sua frente.

Paulo
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Re: Triste realidade - crianças soldados

Mensagem por Mariza Frezza em Dom 21 Mar 2010 - 9:00

Muito triste, e o pior é que somos impotentes para modificar estas situações, que não são de agora.

Mariza Frezza

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Re: Triste realidade - crianças soldados

Mensagem por Vânia em Dom 21 Mar 2010 - 12:23

“Me deram um uniforme e me disseram que já formava parte do exército. Até me deram um nome: “Pisco”. Disseram que voltariam e matariam meus pais se eu não fizesse o que eles me diziam” (Notas de uma entrevista com um menino soldado de 17 anos em 2006.)


Realmente terrível e muito muito muito triste !!!

Os olhares dessas crianças são muito impressionantes !!!

_________________
Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto… até que amanheça.

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Re: Triste realidade - crianças soldados

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