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Histórias de mulheres que mataram seus maridos

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Histórias de mulheres que mataram seus maridos

Mensagem por Paulo em Sab 9 Jan 2010 - 20:50

Divórcios são processos complicados e que podem levar pessoas a patamares muito baixos da civilidade. Quando uma pessoa não quer mais estar com outra o melhor a fazer é dizer a verdade e
acabar com tudo. Manter um relacionamento fracassado é pedir um problema maior que virá depois. Você já desejou que seu companheiro(a) estivesse morto? Pois as mulheres abaixo sim e colocaram a mão na massa para que isso acontecesse.

Agripina
Agripina Minor havia ficado viúva e passou a arrastar uma asa para seu tio, o imperador romano Tibério Cláudio César Augusto Germânico. Graças a sua lábia ela se tornou conselheira e convenceu o tio a adotar seu filho Nero e apontá-lo como sucessor ao trono.
Depois de um tempo o imperador começou a declarar em público que havia se arrependido destas decisões. Para não perder seu poder Agripina envenenou Cláudio com uma substância que matava lenta e dolorosamente. Vendo que o marido não morria ela mandou um escravo com uma pluma para ajudar Cláudio. Esta pluma induziria o vômito e realmente ajudaria o imperador se não houvesse sido banhada em veneno anteriormente.
Nero subiu ao trono e aceitou a interferência da mãe nos assuntos oficiais, mas depois de um tempo ele se fartou das críticas ásperas que ela lhe lançava e decidiu matá-la. Foram sucessivas tentativas frustradas até que ele a acusou de conspiração frente ao Senado e mandou guardas para resolverem o assunto.

Ruth Snyder
Em 1925 a dona de casa Ruth resolveu matar seu marido para ficar com um vendedor de corsetes. Antes de dar cabo de Albert, seu marido, ela o fez assinar um seguro de vida que pagaria um valor extra em caso de morte em um ato de violência.
Ruth e o namorado tentaram se livrar de Albert de várias maneiras, mas não conseguiram pensar em nada. Eles tentaram sufocá-lo, mas isso não o matou rápido o suficiente. Foi então que decidiram enfiar trouxas empapadas em clorofórmio no nariz de Albert. Depois disso o casal revirou o local para que ele parecesse arrombado. A polícia desconfiou de tudo e os levou para a sala de interrogatório, onde um acusou o outro e ambos acabaram sendo condenados a morte na
cadeira elétrica.

Pamela Smart
O plano parecia perfeito. Pamela tinha um caso com um garoto de 15 anos e ameaçou nunca mais fazer sexo com ele se ele não matasse seu marido. O garoto se juntou com três colegas e surpreendeu Gregory Smart quando ele chegava em casa.
A polícia achava que se tratava de um assalto que havia dado errado, mas o pai de um dos garotos achou um revólver calibre 38 e o entregou a polícia. Uma dica anônima afirmava que uma adolescente local sabia mais sobre o assunto. Ela aceitou usar uma escuta enquanto conversava com Pamela para ver se ela dizia algo incriminador. Foi o que aconteceu e ela foi presa por arquitetar a morte de seu marido. Pamela Smart foi condenada a prisão perpétua.

Larissa Schuster
Larissa e seu marido estavam passando por um complicado processo de divórcio, por isso ela se encheu e resolveu acabar com isso. Larissa alugou um galpão e com a ajuda de seu namorado sequestrou o marido. Eles usaram uma arma de choque e clorofórmio para incapacitá-lo. O
marido de Larissa ainda estava vivo e consciente quando seu corpo foi jogado em um barril que havia sido preenchido com ácido clorídrico. Quando a polícia achou o corpo ele já estava completamente dissolvido da cintura para cima. Larissa foi condenada a prisão perpétua pelo
assassinato do marido.

Clara Harris
Clara estava desconfiada que seu marido tinha uma amante, por isso contratou um detetive particular. Ela descobriu que ele estava tendo um caso com a recepcionista de um dos consultórios odontológicos do casal. O detetive arrumou um encontro entre as duas no hotel que o marido costumava traí-la. Clara partiu para cima da amante, tendo que ser escoltada para fora do estabelecimento. Dentro de seu carro ela viu o marido e decidiu passar com o carro por cima
dele. Para ter certeza que ele estava morto Clara o atropelou novamente. Ela disse durante o julgamento que havia acertado o marido com o carro (duas vezes) por acidente, mas mesmo assim foi condenada a passar 20 anos na prisão.

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Que mulheres diabólicas pra chegarem aos limites!
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Re: Histórias de mulheres que mataram seus maridos

Mensagem por Lili em Sab 9 Jan 2010 - 22:33

Paulo escreveu:Que mulheres diabólicas pra chegarem aos limites!
Diabólicas e burras também, pois estragaram as próprias vidas por causa de homem. Se não deu certo com um, despacha o infeliz e tenta reconstruir a vida com outro. Mas não, precisava matar? Eu hein!
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